Hoje dois paises virados de costas mas há 500 anos fomos os donos do mundo.Muitas coisas nos unem e algumas nos desunem.Se calhar unidos voltaríamos ser uma grande potência.



PORTUGAL EN LA GRAN GUERRA 1914-1918 PORTUGAL NA GRANDE GUERRA 1914-1918


Infanteria 1916
Infantaria 1916

 1916

Londres solicitó, al amparo de la Alianza, que el gobierno de la República Portuguesa requisase las casi 6 decenas de barcos alemanes y austriacos que se encontraban atracados en los puertos portugueses desde el inicio de la guerra

El 9 de Marzo de 1916 la Declaración de Guerra de Alemania  a Portugal vino a formalizar un conflicto que ya había comenzado hacía algún tiempo entre portugueses y alemanes en el sur de Angola y norte de Mozambique.Se decide ,como consecuencia, la participación del Cuerpo Expedicionario Portugués en las trincheras de Flandes.

22 de Julio, se constituye en Tancos ,bajo el mando del general Norton de Matos el Cuerpo Expedicionario Portugués (CEP), formado por 30000 hombres que serán enviados a Francia .
1917

8 de febrero ,Las tropas portuguesas llegan a la zona de  Thérouane, en La  Flandes francesa, que será el lugar de concentración del CEP.

4 de abril, Las primeras tropas portuguesas entran en las trincheras .Muere en combate el primer soldado portugués ,Antonio Gonçalves Curado ( las pérdidas llegarían a 10.000 muertos)

14 de septiembre ,El alferez Gomes Teixeira ,al frente de su pelotón,realiza el aprisionamiento de cuatro soldados alemanes, el primero realizado por tropas portuguesas en el frente occidental.

1918

La Batlla de Lys,se produjo entre el 9 y el 29 de abril en el valle del Lys,sector de Ypres en la región de Flandes ,en Belgica.
En esta batalla que marcó la participación de Portugal en la Primera Guerra Mundial,los ejercitos alemanes produjeron una estruendosa derrota a las tropas portuguesas ,siendo la mayor catástrofe militar desde la derrota de Alcazerquibir en 1578.
Las tropas portuguesas perdieron 7500 hombres entre muertos desaparecidos y prisioneros en apenas 4 horas, es decir, más de un tercio de los efectivos ,327 oficiales entre ellos.



Infanteria 1916
Infantaria 1916



El soldado "Millones"

En esta batalla la 2ª División del CEP fué completamente desbaratada, sacrificandose en ella muchas vidas,entre muertos ,heridos, desaparecidos y capturados como prisioneros de guerra .En el medio del caos ,se disntinguieron varios hombres ,la mayoría anónimos .Sin embargo ,un nombtre quedó para la historia ,alterado pero sempiterno ;"El soldado Millones"



Su verdadero nombre era Anibal Milhais ,natural de Valongo,en Murça,se vió solo en su trinchera ,apenas armado con su "niña", una ametralladora Lewis ,conocida entre los portugueses como "La Luisa".Armado de coraje ,que solo es posible en el campo de batalla,se enfrentó solo a las columnas alemanas que se atravesaban en su camino ,lo que permitió que varios soldados portugueses y británicos se pudieran retirar hacia posiciones defensivas de retaguardia.Vagando por los campos y trincheras, una veces de nadie otras ocupadas por los alemanes ,el soldado Milhoes continuó abriendo fuego para lo que se sirvió de cargadores que fue encontrando por el camino.Cuatro dias después de inciciarse la batalla , lo encontró un mayor escocés, salvándolo de morir ahogado en una cienaga .Fue este médico por siempre agradecido quien dió cuenta al ejercito aliado de los hechos del soldado trasmontano.

De vuelta al campamento portugués, un comandante le saludó diciendo lo que pasaría  a la historia de Portugal "Tu eres Milhais pero vales millones".Fué el único soldado portugués condecorado con el Collar de la Ordem de la Torre y La Espada, la condecoración más alta en Portugal.





La Guerra en Africa



Infanteria de Marina expedicionaria a Angola y Mozambique
Infantaria de Marinha expedicionaria a Angola e Moçambique


1914

En Octubre de 1914, Portugal envió a Angola una fuerza expedicionria de 1600 hombres bajo el mando de Alves Roçadas.Las tropas portuguesas fueron derrotadas en Naulila (Desastre de Naulila) en diciembre de 1914.

1915

Noviembre de 1915, llegó a Mozambique una nueva fuerza de 1543 hombres dirigidos por Moura Mendes.Esta 2ª fuerza tenía como finalidad recuperar la isla de Quionga, pero debido a la desorganización como ocurrió con la primera fuerza, en solo 4 meses murieron la mitad de los efectivos por la enfermedades tropicales .Consiguieron recuperar finalmente la isla de Quionga en abril de 1916.

1916

Junio de 1916, llega  a Mozambique una 3ª fuerza enviada desde Portugal, contituida po 4642 hombres al mando de Ferreira Gil, con la finalidad de cruzar el Rovuma y atacer a las tropas alemanas al mismo tiempo que éstas eran atadas en Tanganica po fuerzas inglesas, de Rodesia ,de Kenia ,del Congo Belga y de la India.

1917

En 1917, Portugal envía una 4ª fuerza a Mozambique constituida pot 9786 hombres al mano de Sousa Rosa.


1916
Londres solicitou, ao abrigo da Aliança, que o Governo da República requisitasse as quase seis dezenas de navios alemães e austríacos surtos em portos nacionais desde o começo da guerra

Em 9 de Março de 1916 a Declaração de Guerra da Alemanha a Portugal veio formalizar um conflito que já havia começado há algum tempo entre Portugueses e Alemães  no sul de Angola e norte de Moçambique. Decidindo-se, então, a participação do Corpo Expedicionário Português nas trincheiras da Flandres.

22 de Julho É constituído, em Tancos, sob o comando do general Norton de Matos, o Corpo Expedicionário Português (CEP), formado por 30 mil homens que serão enviados a  França.


1917

8 de Fevereiro As tropas portuguesas chegam à zona de Thérouane, na Flandres francesa, que será o local de concentração da divisão do CEP. 

4 de Abril As primeiras tropas portuguesas entram nas trincheiras. É morto o primeiro soldado português em combate, António Gonçalves Curado (As perdas atingiram quase 10 mil mortos ).

14 de Setembro O alferes miliciano Gomes Teixeira, à frente do seu pelotão, realiza o aprisionamento de quatro soldados alemães; o primeiro realizado por tropas portuguesas na frente ocidental.



1918

A Batalha de La Lys, deu-se entre 9 e 29 de Abril de 1918, no vale da ribeira da La Lys, sector de Ypres, na região da Flandres, na Bélgica.
Nesta batalha, que marcou a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, os exércitos alemães provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, constituindo a maior catástrofe militar portuguesa depois da batalha de Alcácer-Quibir, em 1578.
As tropas portuguesas, em apenas quatro horas de batalha, perderam cerca de 7500 homens entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros, ou seja, mais de um terço dos efectivos, entre os quais 327 oficiais.



O soldado Milhões

Nesta batalha a 2ª Divisão do CEP foi completamente desbaratada, sacrificando-se nela muitas vidas, entre os mortos, feridos, desaparecidos e capturados como prisioneiros de guerra. No meio do caos, distinguiram-se vários homens, anónimos na sua maior parte. Porém, um nome ficou para a História, deturpado, mas sempiterno: o soldado Milhões.

De seu verdadeiro nome Aníbal Milhais, natural de Valongo, em Murça, viu-se sozinho na sua trincheira, apenas munido da sua menina, uma metralhadora Lewis, conhecida entre os lusos como a Luísa. Munido da coragem que só no campo de batalha é possível, enfrentou sozinho as colunas alemãs que se atravessaram no seu caminho, o que em último caso permitiu a retirada de vários soldados portugueses e britânicos para as posições defensivas da rectaguarda. Vagueando pelas trincheiras e campos, ora de ninguém ora ocupados pelos alemães, o soldado Milhões continuou ainda a fazer fogo esporádico, para o qual se valeu de cunhetes de balas que foi encontrando pelo caminho. Quatro dias depois do início da batalha, encontrou um major escocês, salvando-o de morrer afogado num pântano. Foi este médico, para sempre agradecido, que deu conta ao exército aliado dos feitos do soldado transmontano.

Regressado a um acampamento português, um comandante saudou-o, dizendo o que ficaria para a História de Portugal, "Tu és Milhais, mas vales Milhões!". Foi o único soldado raso português da Primeira Guerra a ser condecorado com o Colar da Ordem da Torre e Espada, a mais alta condecoração existente em Portugal.

A Guerra em África


1914


Em Outubro de 1914, Portugal enviou para Angola uma força expedicionária de 1600 homens, sob o comando de Alves Roçadas. As tropas portuguesas foram derrotadas em Naulila (Desastre de Naulila) em Dezembro de 1914.


1915


Novembro de 1915, chegou a Moçambique uma nova força de 1543 homens, comandados por Moura Mendes. Essa 2ª força tinha como finalidade recuperar a ilha de Quionga, mas também devido a desorganização idêntica à da primeira força, só em 4 meses perdeu, por doença, metade dos efectivos. Só em Abril de 1916, a pequena ilha de Quionga foi recuperada.


1916

Junho de 1916, chega a Moçambique a 3ª força enviada de Portugal, constituída por 4642 homens, comandados por Ferreira Gil, com a finalidade de passar o Rovuma e atacar as tropas alemães ao mesmo tempo que estas eram atacadas no Tanganica por forças inglesas, da Rodésia, da União Sul-Africana, do Quénia, do Congo Belga e da Índia.


1917


Em 1917, Portugal envou a 4ª força para Moçambique, esta constituída por 9786 homens e comandada por Sousa Rosa.


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